24.5.05

6,83%

O conflito tem, por vezes, na política algo de artificial... Se quisermos é como um dos ingredientes do jogo... é como fazer "bluf" nos jogos de cartas.
Assim sendo, ele nem sempre é suscitado por divergências sérias de convicções ou por exigências pertinentes de Justiça. Às vezes critica-se pelo simples facto de se ser oposição ou por se ter estado na oposição… Mas há alturas em que os conflitos e a procura de responsabilizar os oponentes são puro ruído…
A política é também a arte do consenso e a capacidade de perceber que, em certos momentos, vale mais procurar, em conjunto, caminhos com futuro do que discursos indignados que boicotam a possibilidade do diálogo e a busca conjunta do bem comum…

23.5.05

Está bem, ... eu dou...

... os parabéns sinceros e sem mágoas aos benfiquistas.

ass: portista moderado e conformado!

22.5.05

Ricoeur

Mesmo sabendo como é limitado o meu conhecimento da extensa obra de Paul Ricoeur, não resisto a fazer uma referência a este filósofo na altura da sua morte.
O que conheço da sua obra marcou o meu estudo da Filosofia. Marcou-me o modo como olha para o mundo, mas também a sua atitude de diálogo. Sem nunca colocar em causa as suas convicções nunca pretendeu, nos seus embates filosóficos, diminuir o outro.
Como se recorda hoje no DN , Ricoeur considerava que devemos ""dar crédito ao outro, reconhecer em que é que ele tem razão, mesmo quando não partilhamos as suas posições".
É por isso que é possível dizer dele o que disse Gérard Dupuy: "Não há hiatos entre a vida e a obra de Ricoeur. No pensamento e na acção, uma mesma exigência incessante de honestidade".
A partir de obras como Teoria da Interpretação e Do Texto à Acção a obra de Ricoeur ensinou-me a ler a vida. É que, pelo que sou capaz de entender, o Texto não é para Ricoeur um absoluto, mas apenas uma ponte para a compreensão do ser humano.

aqui ficam algumas citações, fora do contexto, que muito me marcam:
“a linguagem apenas apreende a espuma na superfície da vida.”

“ Para mim o mundo é o conjunto das referências desvendadas por todo o tipo de texto (...) que li, compreendi e amei.”

“ uma «herança» não é um pacote fechado que se passa de mão em mão sem o abrir, mas antes um tesouro que tiramos às mãos cheias e que renovamos na própria operação de o esgotar”.

act.: se quiserem leiam o depoimento de Eduardo Lourenço no DN.

19.5.05

O Sofrimento e a Solidão

Nota:
Tinha prometido que escreveria sobre o sofrimento e sobre o que é que Deus tem a ver com esse sofrimento.
Qundo comecei a imaginar o que gostaria de dizer, logo vi que isso iria dar origem a um daqueles intermináveis textos. Ora isso implicaria um esforço demasiado grande a quem consulta este blog.
Por isso, correndo o risco da dispersão, irei escrevendo sobre vários aspectos do sofrimento. Naturalmente que, mais cedo ou mais tarde, chegarei a Deus. Estes apontamentos irão surgindo sem data marcada e no meio de outros.
Hoje começo com algumas linhas sobre "O Sofrimento e a Solidão"

Nos grandes momentos de dor a experiência da solidão é, muito provavelmente, inevitável. Por muitas pessoas que partilhem essa mesma situação, por muitos que se aproximem de nós para acalmar a nossa dor, a verdade é que há, na experiência do sofrimento, algo de “incomunicável”.
Há algo na nossa dor que nenhum grito exprime, que nenhuma lágrima leva, que nenhum silêncio manifesta.
Mas esta solidão pode ser fértil… só não posso deixar que a solidão se transforme em isolamento, que a dor vire as minhas costas ao mundo. A dor pode ser o princípio de uma comunhão. Mesmo sabendo que nem tudo é comunicável, a dor pode ser uma porta ou talvez mesmo uma ponte…

Clausura


No centro da minha alma,
Um espaço de Solidão,
Uma sala vazia
Atormentada pelo eco das minhas palavras,
Rasgada por uma janela
Pequena
Onde me encontro Contigo.

(Novembro de 2004)

18.5.05

Ao cair da tarde, as frases do dia...

Passagem pela Terra, sem tempo para comodismos:

"Acredito que a insubmissão face a todas as verdades estabelecidas e a insistência em divergir abrem o campo para a política e que ela, como actividade nobre, arranca dessa coragem de não prescindir da recusa. Acredito que a ousadia de dizer 'creio' sem bases empíricas nem provas científicas abre o nosso coração para a humildade da fé e que ser crente é um acto destemido de aceitação." (Manuel citado por Timshel)

"Valia a pena instigar bloguistas e intervencionistas a «informarem-se antes de serem lidos a opinar sobre tudo e mais alguma coisa». E se critiquei católicos por não estudarem, não aprofundarem, não estudarem, não debaterem, não estudarem, não lerem, não estudarem, nem rezarem, hoje vejo que afinal a invectiva deve ser recíproca. Falta à Igreja Católica — defendo — gente que se inquiete mais, que desinstale saberes, que questione certezas. Mas como a Igreja é do mundo, falta também no mundo gente que não se fique pela espuma dos dias." (Miguel Marújo, Cibertúlia)

Já uma vez falei no Guia de algo que me afige, o meu orgulho de crente: um imenso e absurdo orgulho, um orgulho de ter Fé, um orgulho de pressentir e julgar discernir Deus, um orgulho de me achar um justo, tal como Job achou ser, um orgulho de ser humilde, um orgulho de ser manso, um orgulho de ser desprendido. Este é um orgulho insidioso que já existia antes de existir a minha fé e que, tendo ela chegado, foi dela alimentar-se, foi encontrar nela razões para se gloriar. É de tal modo insidioso este orgulho que se exalta por ser reconhecido e exulta por querer ser combatido. (José, Guia dos Perplexos).

E já agora leiam o que diz Sarsfield Cabral sobre a a religiosidade americana.

Spoooooooooooooorting!

Hoje sou Sportinguista!!
E, mesmo que me chamem patriotista bacoco, tenho dificuldade em compreender os argumnetos dos portugueses que estão ansiosos por festejar os golos da equipa russa.
Por mim, não tenho nada contra a Rússia... mas a última vez que olhei para o BI era portugês, cidadão do mundo, mas português!

16.5.05

Montra de blogs

Hoje, não deixem de passar pela Terra.
E, já agora, aproveitem a transcrição das palavras de João Lobo Antunes feita pelo Zé Filipe.
... até logo!

13.5.05

Contemplações e Leituras (modificado)

A Contemplar:
Os rostos do Catolicismo apresentados hoje na DNA e captados pelo fotojornalista Abbas da Magnum.

E já agora uma das frases de Bento XVI que acompanha um desses rostos:
"A teologia do pequeno é uma categoria fundamental do Cristão, a grandeza de Deus manifesta-se precisamente na ausência de poder."

- espera aí, será que li bem...? Mas, afinal o Papa diz que Deus se manifesta na ausência de poder, mas Ele não é omnipotente?! O que será que isto quer dizer?? - voltarei aqui quando, finalmente, falar sobre o sofrimento!

A lêr:
"En primer lugar, anhelamos una comunidad eclesial regida por el principio de la igualdad de todos sus miembros, varones y mujeres, clérigos o laicos. Lo que no significa que no haya en ella diversidad de servicios, ministerios, funciones, carismas y vocaciones. Pero todos ellos orientados a hacer realidad la misma misión de Cristo. Que la Iglesia se parezca cada vez menos a una entidad administrativa. Que no se ocupe tanto en detectar desviaciones y errores como de fomentar y tutelar la vida plural que la misma fe suscita. Que no excluya a nadie en función del género o de los sacramentos." - excerto de um sonho para a Igreja

Este excerto faz parte do Editorial da revista Mensajero (edição de Maio) , publicada pelos Jesuítas espanhóis.
Devido à antecdência com que se prepara cada edição, o texto foi escrito antes de se saber quem era o novo Papa.
é bom sonhar assim...

À Escuta...

Esta tarde na TSF, depois das 19h, a Grande Reportagem é sobre voações religiosas.
Vai para o ar com o título de "Os Radicais de Deus". Dois dos "radicais" são meus companheiros...
Fico à escuta.

12.5.05

...

Perante a dor, o silêncio.
Nada mais faz sentido.
Eu calo-me quando choras, não porque esteja longe.
Não te quero magoar. Não quero ofender-te com as minhas palavras fáceis…
Tenho medo de tocar-te quando choras. Tanto medo de te abraçar.
Parado o tempo. Nada se move.
Na minha ausência, estou contigo.
Quero que as minhas mãos mergulhem no teu vazio.
Quero sussurrar-te…
…Balbuciar-te timidamente um olhar.
Há um tanto da tua dor que eu não posso guardar.
Um tanto que eu não posso cuidar. Um tanto que eu não sei…
E fico a ver-te chorá-la…

Abril de 2003

Estou a preparar-me para falar sobre o sofrimento... (um destes dias)
... gostava de começar por este momento de "pudor" e silêncio.
Até já!

11.5.05

9.5.05

Deus, onde estás?

As invocações do final da 2ª GM, do final de um dos mais tenebrosos momentos da História trouxeram-me à memória uma das leituras mais marcantes que fiz: “O Sofrimento de Deus” de François Varillon, sj, em Portugal publicado pelo Apostolado da Oração.
É impossível ousar uma síntese… mas um destes dias, virei aqui falar sobre este tema.

Por agora, gostava só de partilhar o final de um Conto do Mia Couto que li hoje na colectânea “Lá longe, a Paz – A guerra em histórias e poemas” da Afrontamento.
O conto chama-se “O filho da Morte” e passa-se num campo de refugiados.
Li-o como a sendo uma insinuação ténue da esperança no meio da morte e da imobilidade.
Aqui ficam as últimas frases desse conto...

“Refaçam-se agora as contas da humanidade habitável. Pois cada menino nascido faz nascer uma mãe de uma respectiva mulher. Assim, cada novo ser triplica o número dos viventes. Um filho, afinal, é quem dá à luz a mãe.”

Letras vivas

Com clareza, serenidade e pertinência Sarsfield Cabral fala, na sua coluna do DN de hoje, da questão de Timor.

"Enviai Senhor o Espirito Santo e renovareis a face da terra " - obrigado pela novidade e pelos regressos (que para mim são novidade) ...

8.5.05

Caridade(s)

Poucas palavras suscitam tantos equívocos como caridade. Esta é talvez a mais “mal tratada” das virtudes teologais por ter sido confundida com o gesto distante da esmola descomprometida e altiva.
Hoje, gostava de contribuir, um pouco, para que esta palvra pudesse ser melhor saboreada e soletrada...

A caridade está necessariamente ligada à ideia de reciprocidade. Assim entendida a caridade, é a minha capacidade de amar o outro naquilo que ele é, dando-lhe o espaço de que precisa para ser ele próprio. Qualquer combate à exclusão passará por levar a sério esta ideia de reciprocidade. Isto implica que não olho o outro como alguém a quem ajudo de cima para baixo, alguém a quem dou uma esmola, mas antes como alguém com quem, por meio de uma verdadeira relação de reciprocidade, me empenho a construir um espaço comum, em que ambos nos experimentamos como dependentes um do outro.
É necessário que criemos espaços nas nossas cidades em que se vença o anonimato, em que todos possamos partilhar aquilo que nos faz verdadeiramente humanos, experimentando e criando tanto a nossa igualdade, como a nossa unicidade.

Outra vez Xanana

Agora que, em Timor, a tempestade se fez calma, vale a pena voltar a agradecer Xanana.

5.5.05

Blogouvindo a Renascença

João Paulo Meneses coloca no seu blog uma questão interessante a propósito da entrevista de Magalhães Crespo, Gerente da Rádio Renascença, ao Independente.
Essa questão é a seguinte: é possível conciliar uma informação isenta e objectiva com o cumprimento de uma missão?
Ao tentar participar no debate a reflexão saiu demasiado longa para um blog. Mas acabei por decidir publicá-la na integra...
Partindo da questão de João Paulo Meneses tentarei dar um contributo para o debate.

Gostaria de realçar alguns aspectos que me parecem importantes:
1. A Renascença é assumidamente uma Rádio Católica, neste sentido todos os seus ouvintes sabem o que estão a ouvir quando sintonizam a Renascença. Há, a este nível, total transparência no “contrato” desta Rádio com os seus ouvintes.

2. A seriedade do trabalho jornalístico, as exigências éticas, a preocupação com o rigor e a isenção, não pode ser confundida com uma pretensa objectividade, com uma suposta neutralidade. Não existem factos absolutos quimicamente puros. Os factos são sempre enquadrados a partir de um dado ângulo de visão, nunca ninguém é capaz de se despojar totalmente da sua visão do mundo quando escreve um artigo jornalístico. Tal como a ciência não pode ser meramente descritiva, o jornalismo nunca é meramente descritivo, há sempre interpretação. Não existe uma forma neutra de nos situarmos perante a realidade.

3. A construção da realidade, os processos de identificação e de socialização estão hoje profundamente ligados aos Meios de Comunicação Social (MCS) Querendo ou não querendo, qualquer MCS contribuí para a construção de uma certa visão do mundo. Cada MCS contribui para a construção de um certo modo de conceber o Ser Humano. Naturalmente que se pode dizer que a pluralidade de uma redacção assegura que não haja uma ângulo de visão único e que por isso não se corre o risco de impor uma única visão da realidade, não se corre o risco de incorrer em enviusamentos ou “manipulações.” Contudo há, para além da linha editorial, consensos que se vão gerando no seio das redacções, uma certa forma de construir as notícias, uma certa atitude perante os acontecimentos. Por vezes, e ainda bem, estas atitudes explicitam-se sob a forma do Estatuto Editorial ou do Livro de Estilo. Ora, nestes documentos, encontramos aquilo que o MCS em causa entende ser a sua Missão.

4. A Renascença assumindo-se como uma Emissora Católica está, julgo eu, a dizer-nos qual é o ponto a partir do qual olha para o mundo. Isto não significa que apesar de uma linha editorial comum, não possa haver pluralidade na redacção.
O sentido de estar em Missão é comum a todos os católicos, independentemente do meio em que se movam. Mas este estar em Missão não pode ser confundido com uma espécie de cruzada ou de “evangelização” em que as orações se misturam no meio de uma qualquer actividade. No caso do jornalismo, esta Missão surge como uma exigência particular de respeito pela dignidade da pessoa humana, e também pela preocupação de não contribuir para a construção de uma visão desencantada de um mundo sem saída. Ora, a suposta neutralidade e rigor de alguns MCS contribui para esta visão distorcida da realidade. Vendo, lendo e ouvindo algumas notícias somos implicitamente convidados a imaginar um qualquer plano de fuga que nos leve bem para longe do beco onde nos metemos.

Suspeito que a Missão da RR não será a de converter os seus ouvintes ou a de levá-los a uma experiência de Fé. Mas, a missão de que falava Magalhães Crespo, talvez seja a de contribuir para que seja possível olhar para o mundo a partir de um olhar de esperança, a partir de uma exigência de justiça e da recusa do sem sentido. Naturalmente que isto pode ser desafiador para a cultura contemporânea que vive, em grande medida, da negação do sentido. Contribuir para essa negação tem sido, consciente ou inconscientemente, uma parte da Missão de alguns MCS.
Existir um MCS que assume honestamente diante dos seus ouvintes que a perspectiva a partir da qual olha para o mundo é a do sentido não me parece que seja incompatível com o bom exercício do jornalismo. É, aliás, um saudável exercício de transparência e honestidade.
Não é possível construir uma notícia de um modo neutro, a descrição dos factos sem que existam juízos de valor é um mito. Naturalmente, isto não significa que todo o jornalismo seja propaganda ou ideologia. Significa que a pretensão da neutralidade pode ser a forma mais subtil de colocar em causa o bom exercício do jornalismo. A neutralidade é uma tomada de posição.
Todas as noites, ao ver os noticiários televisivos, por muito que nos acenem com a independência e o rigor, estão-nos a transmitir juízos de valor.
Seria bom que todos os MCS fossem capazes de fazer um exercício de honestidade para com os seus destinatários esclarecendo a partir de que perspectiva é que olham o mundo. Acredito que não se perderia a pluralidade, nem tão pouco o rigor e a seriedade e talvez se ganhasse em transparência e clareza.
Por tudo isto julgo que é possível conciliar um certo sentido de Missão e jornalismo, desde que haja clareza para com os destinatários dos MCS.

Nota final: Será que o facto de se ser Católico, inspira o modo de ser Jornalista? Esta questão não é nova e até pode acontecer que o Miguel, o Manuel Pinto e o Jorge Wemans tenham paciência para lhe voltar a responder.

3.5.05

Mais uma vez, o optimismo

Regresso a este tema para um esclarecimento tardio.
Numas das primeiras entradas deste blogs disse isto:

“O optimismo é uma escolha que nasce da convicção profunda de que, aconteça o que acontecer, a vida faz sentido. É essa a grande certeza deixada pela Ressurreição de Cristo.Aconteça o que acontecer, nada pode destruir o Amor com cada um de nós é amado e acompanhado.Ser Cristão é ser optimista por opção.”

Nessa altura, como é possível verificar nos comentários que então surgiram, este optimismo foi classificado como sendo um “optimismo místico” que corresponderia a uma visão em que os acontecimentos têm um sentido intrínseco, preestabelecido por Deus. Nesse caso, o mal não escaparia a este significado universal.
Ora, se foi isto que se depreendeu das minhas palavras, não foi isto que pretendi dizer.
Quando digo que aconteça o que acontecer a vida faz sentido, quero dizer que a vida não pode ser um beco sem saída.
Se Jesus está vivo, podemos acreditar que não estamos sozinhos e que, “Nada nos separará do Amor de Deus.” Isto não significa que os acontecimentos tragam em si um sentido intrínseco, ou que Deus nos mande este ou aquele acontecimento com objectivos predeterminados, para nos fazer perceber isto ou aquilo. Significa que todos os acontecimentos podem ser um convite a escutarmos a voz de Deus e a experimentar o Seu Amor. Significa que Deus nunca nos abandona e não nos deixa sozinhos a procurar o sentido da vida. A partir dos acontecimento do dia a dia Ele interpela-nos e faz-nos propostas concretas.
O nosso desejo de compreender estas propostas, corresponde ao nosso desejo de dar sentido à vida. Deus não nos impõem uma vida, Ele vem à nossa vida para fazer caminho connosco. Deus não “obrigou” Pedro a ser pescador, mas, sendo Pedro pescador, desafiou-o a ser “Pescador de homens.” Deus não nos oferece acontecimentos com sentido incluído, Ele vem à nossa vida para nos propor um caminho que dê sentido a esses acontecimentos, Ele diz-nos que todos os acontecimentos podem ser integrados numa verdadeira história de Amor e de felicidade.
Não estou certo de ter respondido às objecções que me foram feitas, se for capaz e se for necessário, voltarei a tentar.

2.5.05

Como Pedro

Sigo-Te
No fascínio e no medo

Na distância do pecado
E na proximidade de Ser Amado

Mudar de vida

A Pública de ontem traz um artigo interessante. Gente que trocou a vida certa de profissões seguras, pelos caminhos incertos de uma vida mais feliz, com mais futuro e mais perto dos outros. A ler.