30.12.05

Até logo!


(fotografia cedida por João Seabra)



Gostava de fazer um pequeno balanço do ano que está a acabar. Neste momento não me é possível.
Aqui ficam os votos de bom 2006 com um pequeno poema de Daniel Faria.

Diário

O que quer que seja
Será bom
E é tudo.

(Daniel Faria)

29.12.05

Ciúme

Julgo que o ciúme está relacionado com o medo de não ser amado, o medo de ser esquecido.
Este medo gera muitas vezes uma atitude possessiva que se manifesta de formas mais ou menos súbtis, mais ou menos viloentas.
A experiência de ser amado, de ser acolhido, a capacidade de se deixar amar naquilo que se é, é a únixa cura possível que nos liberta do medo de ficarmos sós.

Postal de Natal (desculpem o atraso)

"O amor - Deus - . é pobreza, dependência, humildade. Se, ao procurar apreender o Absoluto revelado, a nossa meditação não se torna pressentimento deste mistério de abixamento (S. Paulo cahama-lhe Kenose) a divindade-ídolo ressurge.
Uma tal tranformação, essencial à pureza da fé, está ligada à experiência. Porque é a experiência que começa a revelar os valores paradoxais que o amor implica. " (François varillon, sj - Síntese da Fé Católica, Editorial AO)

nota: este post foi publicdo a partir da minha cidade, o Porto. Tendo sido a primeira vez que tal foi possível, não queria deixar de assinalar este facto.

23.12.05

Postal de Advento IV - Afinal, há amor para ela

Obrigado ao Blogouve-se por nos oferecer um postal de natal tão bonito.
Vale a pena ler.

15.12.05

Futuro

Não gosto da palavra herói. Soa-me a algo de artificial ou fantástico. Algo de humanamente inacessível, sem recorrer a “efeitos especiais” Mas há pessoas que, sem perder a fragilidade que a todos nos marca, sem perderem as suas limitações, sabem ter gestos de futuro.
A
Visão fala, esta semana, de 10 dessas pessoas.
Quando conheço pessoas com uma atitude semelhante à destas pessoas, o que mais me marca é a sua simplicidade e a consciência que nos transmitem que apenas estão a cumprir o seu dever.
Viver acreditando que somos responsáveis pelo espaço que habitamos, que somos criados como seres criadores é aprender a rasgar o futuro.

14.12.05

Postal de Advento III - há Amor para ela?

Gostava de compreender com é possível chegar até aqui.
Diante de acontecimentos como este o silêncio devia gritar mais alto.
Contudo, sou incapaz de não pensar que há pais que deviam ser proibidos de ter filhos… Eu sei que não devia pensar assim...


Porque será que Deus se quis colocar nas nossas mãos?

Ponto final

O Miguel fez-me saber que os Bispos Portugueses pensam isto sobre a questão dos crucifixos.
Devo dizer que fiquei contente. E sobretudo, fico a pensar o que pensarão aqueles que quiserem fazer disto uma "cruzada".
Estas cruzadas não são a melhor forma de assegurar a importante presença da Igreja no Espaço Público.


E já agora: é de mim, que nem sempre posso estar muito atento às notícias, ou poucos foram os que falaram nisto? E, se for assim, porque será?

13.12.05

Postal de Avento II - Ainda não há lugar para eles!

Uma instituição que apoia jovens em risco dos 0 aos 21 anos, num ambiente familiar e verdadeiramente acolhedor.

Mas há a construção de uma casa parada por falta de verbas.
Será possível uma ajuda?

22 609 08 55
obradofreigil-berco@clix.pt


e já agora também deixo o número de uma conta:
conta solidária Milenium-BCP - NIB 0033 0000 0001 0165 42354




Nota: se não conhecesse bem esta obra, nunca faria este desafio!

11.12.05

Explicação do caranguejo

O Caranguejo é um dos elementos do logótipo criado para assinar as Comemorações de São Francisco Xavier a nível dos Jesuítas Portugueses.
E isso acontece pelo seguinte. Conta-se que durante a sua viagem para a Índia, Xavier terá, em dado momento enfrentado uma grande tempestade. Nessa altura terá pegado na cruz que sempre o acompanhava, rezando para que a tempestade se acalmasse. Foi então que o mar lhe levou a cruz.

Já em terra, na praia, um caranguejo devolveu a cruz a São Francisco Xavier. O Caranguejo é assim o símbolo da necessidade que todos tempos de perder para pode encontrar.

Serenidade e beleza

O After-Xav foi um grande encontro de juventude organizado pelos Jesuítas portugueses para assinalar os 500 anos do nascimento de São Francisco Xavier, os 450 da morte de S. Inácio de Loyola e os 500 anos do nascimento do Beato Pedro Fabro. de São Francisco Xavier.
Estes três homens tornaram-se amigos em Paris e, em grade parte, da sua amizade nasceu a Companhia de Jesus. . Há dois anos tinha já havido um encontro com este mesmo nome assinalando a aniversário da morte

Para quem quiser compreender melhor o modo como se estruturou este encontro pode ira até ao Diário de Coimbra ou visitar a Agência Ecclesia. Desconfio que a notícia do Diário de Coimbra só estará on-line até ao final do dia de Hoje, mas é uma questão de tentar.
Uma semana depois do Aftrer-Xav, gostaria de fazer um breve balanço desta iniciativa.

Sabendo que as comparações são sempre perigosas arrisco a dizer que este segundo After-Xav foi mais sereno que o primeiro. A novidade do primeiro ajudou a criar um ambiente de uma certa euforia que desta vez não se sentiu tanto.
Julgo que esta serenidade corresponde um amadurecimento desta iniciativa. Os momento de oração foram profundos sendo marcados pela beleza, pela simplicidade e pela serenidade. Naturalmente que a emoção não pode ficar de fora, mas o despojamento que foi conseguido contribuiu para que essa emoção não fosse excessivamente epidérmica. De um modo especial fiquei tocado pela profundidade da vigília de oração e de adoração de sábado à noite.

Para além dos momentos de oração os workshops, na sua variedade, permitiram tocar âmbitos tão diferentes como as artes, as relações humanas, os blogs, as questões relacionadas com o desenvolvimento, a importância dos evangelhos e muitos outros temas.

Foram também importantes os momentos de debate, Daquele em que pude participar trouxe a inquietação de ser cada vez mais necessário que, dentro da Igreja, não tenhamos medo de conversar e num diálogo sem restrições sermos capazes de buscar a vontade de Deus.
O tema do debate em que participei era “O que espera o mundo da Igreja.” No meio de uma conversa que chegou a ser saudavelmente acalorada, ficam algumas expressões: coerência e actualização de Jesus.
Fica também um questão que pode servir de provocação: “Se Jesus viesse hoje, seríamos capazes de reconhecê-lo ou será que acabaríamos por condená-lo?”

Para além da serenidade de que já falei foi bonito tomar consciência com, algumas pessoas ficaram marcadas pelo facto de no surgimento da Companhia de Jesus estar uma história de amizade. A verdade é que os livros de História “politizaram” excessivamente os começos da companhia. Não quero com isto dizer que os dados que ali se encontram sejam falsos, .mas surgem certamente desenquadrados de vivências interiores e de uma relação profunda entre grandes amigos. E é por isso que o nascimento dos Jesuítas é, por vezes, visto como uma resposta pragmática da Igreja ao movimento da reforma… e isso está longe de ser verdade.

Enquanto experiência de Igreja gostava de guardar algumas palavras deste After-Xav: Beleza, serenidade, simplicidade.
A estas palavras gostava de juntar o desejo que iniciativas como esta nos ensinem a rezar em comunidade, mas também a saber questionar em conjunto a realidade em que vivemos a começar pela própria Igreja.

Nota: neste momento não estou a ser capaz de colocar imagens. Contudo explico no próximo post o significado do caranguejo.



9.12.05

Postal de Advento - I

No princípio era o Verbo e o verbo se fez carne e habitou entre nós....

Preparamo-nos para celebrar a Encarnação.
Podemos olhar para este mistério como meros espectadores, que assistem a um grande espectáculo que não lhes diz respeito. Podemos, no final desta celebração, regressar à vida contentes com o que vimos mas se a Palavra não tiver tocado a nossa vida, então não terá havido Encarnação. A Luz e as Cores do Natal não são de fantasia...


A Luz que partilhamos revela-nos que Deus se quer aproximar de cada um de nós, que quer viver connosco toda a nossa vida. Ele encarna em tudo o que somos. Assume, em cada um de nós, as nossas fragilidades e debilidades. Sente connosco as angústias, as tensões e ambiguidades do dia a dia. Quer partilhar as nossas alegrias, quer rir-se connosco.

Mas nós estamos demasiado distraídos a esforçarmo-nos por esconder as nossas sombras com luzes artificiais, não queremos desistir da nossa grandeza.
O momento nos preparamos para celebrar desármanos por completo. Convida-nos a contemplar um Deus que se despoja, que se torna vulnerável, que se faz fraco, que vem para servir.
É esta a luz que ilumina a nossa vida, que nos permite conhecer a verdade de nós mesmos.

A Encarnação não é um facto do passado. Não podemos voltar ao passado.
Hoje Deus depende de cada um de nós para encarnar no mundo.
Ele espera pelo nosso sim para habitar nas nossas cidades, para assumir as nossas causas, para se revelar àqueles com quem nos cruzamos, para iluminar sombras do nosso mundo.

No entanto, há um medo que nos paralisa, o nosso orgulho torna-nos imóveis, julgamos não ser capazes.
É aí que surge o desafio a ouvir a resposta de Maria e a assumir, como ela, uma atitude de serviço até às últimas consequências. Só seremos capazes de acolher um Deus que se despoja se também nós nos despojarmos, se nos aproximarmos das realidades que nos interpelam se estivermos dispostos a servir.
E então, no meio de todas as nossas tensões, dos bons e dos maus momentos, a Luz revelará as cores que surgem por entre as sombras e a Alegria terá Encarnado no mundo.

É este o desafio do Natal...
... que queremos preparar no Advento.

8.12.05

Por falar em Maria

Sobre a Humildade, lembrei-me de perguntar:

Aceito o que sou, o que recebo ou coloco-me numa atitude reivindicativa
diante de Deus, desejando outros dons? Vivo a minha fragilidade como caminho de crescimento em que Jesus se manifesta, ou como um “beco sem saída”?


Bom feriado...

Já está!



Terminei a publicação de textos que resultaram do workshop a que fiz referência aqui e ali.

Provavelmente no sábado, farei uma reflexão sobre o After-Xav e explicarei o significado do caranguejo do logotipo deste acontecimento.

Desde o começo deste blog este foi o dia em que mais posts foram publicados. e ainda falta um!

Pausa


Porque andamos tão aterefados, sem tempo de parar?
Ouvimos a música, mas não escutamos a letra...
Olhamos ao longe a mancha verde das árvores, mas não vemos a flor mesmo aos nossos pés...
Devoramos os momentos sem os saborear...
E acabamos por não aproveitar as potencialidades dos nossos dias... os presentes que a vida nos dá...
E quando, finalmente, paramos, percebemos que deixámos escapar tanta coisa! Então, estrturamos um novo plano, traçamos um outro destino... E voltamos a acreditar que somos capazes!
Se Ele acredita em mim, sempre, como posso eu duvidar?!

Xavier

Esperança

Parece-me difícil definir algo mais comovedor qye dois olhos cheios de Esperança...

JMA

procurem-no e vão encontrá-lo.

Uma nova experiência

Na nossa vida estamos constantemente a passar por diferentes experiências, e esta [ o After-Xav] é uma delas. Nunca pensei que o After-Xav pudesse ser tão gratificante e tão forte intimamente.
Acho extraordinário a quantidade de jovens que lutam pela mesma coisa e que acreditam na sua fé...
Nunca tinha passado por nada assim, tão forte, tão intenso. Todo este ambiente está transformadoem paz e esperança!
Acho que cada dia que passa caminhamos para o lado certo...

M. Teresa Faulhaber

África


Hoje em dia fala-se de África como se fosse um causa perdida. Lembram-se as guerras, a fome, as epidemias quando o que importam mesmo é a cultura, as pessoas, os sorrisos. Quem vai a África trará certamente recordações positivas porque aquele continente tem essa estranha capacidade de mostrar a alegria na adversidade, ou um sorriso na dor. Retiram-se verdadeiras lições de vida porque quem sorri com uma doença é porque quer apenas transmitir o que tem de melhor. É pena que aos outros continentes esta mensagem não chegue... abafada pela importância dos pontos negativos sobre os positivos.
Em àfrica há vida, há alegria. Só não vê quem nunca lá foi.

Advocat

para encontrar o advocat bata a esta porta.

A tua única obrigação aqui é ter esperança!


E se alguém viesse agora, neste segundo, ter contigo... e te perguntasse: "acompanhas-me?"
A tu onde irias tu para oferecer companhia a um estranho?
Agradecemos pela comida que habita na nossa casa, pela amizade que vemos nos olhos dos nossos irmãos, pelo conforto quente dos nossos pais quando nos abraçam...
Aí sim, até que se pode dizer que "somos bons cristãos"!
Mas será que estamos a sê-lo também quando alguém nos pede companhia e a nossa única obrigação é sermos "optimistas por opção"?

Alguém um dia disse. "Segue-me..."
Só por hoje vou acompanhar esse filho único da criação de Deus e dar também a mão a quem me pedir companhia.
E que seja no apoio partilhado das nossas mãos que a esperança mais se faça sentir.

Margarida Paulino Pereira

Ajudar, partilhar

Encontrei um blog que coloquei no grupo das "causas justas".
São estudantes do Porto que partilham as suas experiências apoio a sem abrigo.
Passem por lá...

Sempre


Estamos aqui tão longe. Tão longe... e tão perto! Sempre ao alcance de um murmúrio, Ele não nos abandona nunca. Leva-nos sempre, sempre, na palma da Sua mão, cuida sempre de nós, olha e vela sempre por nós. Olhamos para cima procuramos no azul e nas estrelas as respostas; temos que olhar cá para baixo, mais baixo, onde Ele está em todas as pequenas (grandes) coisas. Em cada um, dentro de cada um, sempre connosco. Em tudo o que fazemos, que aspiramos, que sonhamos. Sempre. Ele nunca desiste de nós, acredita sempre. E sabemos que d'Ele viemos e para Ele Voltamos. Sempre.

JMA

Nota: JMA também escreve aqui e ali.

O Amor e a Esperança


Num confortável ambiente de uma paz enorme provocada pela presença de Deus na suave melodia que abraçava a sala, sentei-me e acomodei-me numa poltrona onde folhei alguma poesia do padre José Tolentino de Mendonça, materializada no livro "De igual para igual". Já conhecia outro livro dele, "Baldios", e intrigou-me se o espirito com que Tolentino escreve tinha ou não mudado de um livro para o outro.

Em pouco mudou: fala-nos do Amor, de um Amor que nos dá angústia, dor, incertezas e, principalmente, cria-nos bastantes dificuldades para espalharmos e pregarmos algumas certezas (poucas9 que temos. É como um rol de osbtáculos que cresce sem parar, como uma imagem, que vejo projectada na parede da sala em que medito. Realismo e pessimismo andammuitas vezes de mãos dadas. Ora, Tolentino ao ser realista nesta angústia, é por vezes bastante pessimista.
Neste caso, sou mais sonhador e vejo com melhores olhos a frase de Diotima que Eugénio de Andrade cita nos posfácio do livro de Tolentino e que diz: "Amar é desejar a perpétua possessão do bem." Transmite-me mais esperança e optimismo, e penso que é disso que precisamos.

Cernache, 3/12/2005
António Vieira da Cruz

Nota: o António vive em três casas: uma, duas, três

Olhar um blog!


Um blog pode ser olhado de muitas maneiras… A maneira de quem o escreve, a maneira dos amigos de quem o escreve, a maneira das pessoas de que não gostam de quem o escreve, a maneira de quem lá foi parar por acaso, e que não faz ideia de quem é a pessoa que o escreve…

Há pelo menos dois tipos de visitantes de blogs, assim como também podem existir dois tipos de bloggerss…
Há aqueles completamente viciados em ler blogs de outros, sem de lá tirar nada… Para esses os blogs são como uma ida ao shopping, onde vêem as montras, entram nas lojas e mão compram nada.
Outro tipo de pessoas, no entanto, olham para o blog com mais seriedade, já não vão a um blog qualquer, interessam-se por aquele assunto e, por vezes, um post pode fazer pensar muitas coisas durante horas e, em casos mais raros, até muda algo na sua vida.
E aqui entra o papel de quem posta e os diferentes modos de postar. Regra básica de todos os que postam deveria ser postar com esperança! Esperança de que o post nã acaba ali…
E não só pelos outros, mas também para quem o escreve.
Porque há o risco do blog se tornar uma prisão para o optimismo e a esperança, quando eles ficam lá…
Porque o blogger pode ser muito corajoso e escrever um post muito filosófico, cheio de esperança e optimismo… E depois haver umagrande distância entre aquilo que posta e aquilo que faz!
Por isto,
Para que o blog… opost… não seja a última palavra, mas a primeira!
Uma palavra de esperança e optimismo para fora da bloogosfera.

Xavier

6.12.05

Voar



"Revolução isto é: descobrimento
Mundo recomeçado a partir da praia pura." (Sophia)

Abrir os braços. Sentir o vento. Ver o mundo a meus pés. Tudo verde.
Fechar os olhos. Ouvir o que me segredam os raios de sol.

Desejo de ter asas. Voar nas asas da brisa. Saber que o mundo é
encanto, maravilha e descoberta. Encontrar-me em cada nuvem e em
cada estrela. Procurar a luz.

Mas mais. Saber que há mais. Ansear por muito mais. Muito mais alto.

JMA

o JMA pode ser encontrado aqui, mas também aqui.


É já a seguir...


Já a seguir cumpro a promessa. Começo agora a publicar os posts que resultaram do workshop de que falei no sábado passado.
Esse workshop teve legar no After-Xav que foi um mega-encontro de Juventude organizado pelos Jesuítas portugueses para assinalar os 500 anos do nascimento de São Francisco Xavier.
Nesse workshop particiaparam 12 pessoas. Vou publicar os textos que me foram dados. Alguns não foram assinados e esses serão assinados com um pseudónimo comum: Xavier. Os outros serão naturalmente assinados pelos seus autores e farei ligações aos seus blogs.
Todos esses posts serão ainda acompanhados pela imagem do caranguejo.
Esse mesmo caranguejo acompanhará outros posts sobre este mesmo evento.

vamos a isto...

5.12.05

Oração

Uma e outra vez
Procuro, dentro de mim,
Um espaço
Onde possa respirar-te

Lisboa, Dezembro de 05

Até já...

Se for possível começo ainda hoje a publicar os resultados do Workshop de que falei no post anterior.
Amanhã, até ao fim do dia isso acontecerá sem falta.

3.12.05

Blogs, Deus e o Futuro

Está a ter lugar neste momento um workshop em que as pessoas foram desafiados a percorrer numa sala o mundo.
Jornais, livros, notícias de rádio, espaço de oração, imagens...
Tudo o que possa nelas provocar a vontade de ter esperança e de escrever um post!
Perceber que podemos criar opinião dentro da nossa Igreja.
Cada um escreve sobre o que quer.
Só estamos obrigados a ter esperança...

nota: o resultado será publicado neste blog!