29.1.06

Opção pelos Pobres


Só quando formos capazes de compreender que os nossos talentos e os nossos bens não são um direito, mas um dom, poderemos começar a experimentar em nós o desejo de optar pelos pobres.

28.1.06

Olá Nicolau…


É mesmo bom ter mais companhia…
Ainda bem que aqui estás… e, já que vieste, não tenhas medo de arriscar!
Escreve sempre que possas.

Fiquei espantado pelo facto do último texto que publiquei ter tido tantos comentários…
Obrigado a todos.

27.1.06

De fininho

(Sinto-me como se estivesse a entrar numa festa, numa sala, com pézinhos de lã, porque não conheço ninguém, mas de repente tropeço e ficam todos a olhar para mim, hihi)

Olá!! É com muito gosto, e honrado pelo convite que me foi feito, que me estreio neste blogue. Gosto mesmo deste blogue e percebi porquê quando o Zé Maria me explicou as regras (a regra) para participar nele: escrever com esperança!!! Só isto já me encheu de esperança. Obrigado Zé, por me inspirares tanta esperança e alegria profundas.
Por outro lado, também é uma responsabilidade grande, porque a esperança exige muito trabalho, o trabalho de nos libertarmos de tudo o que nos vicia.
Uma coisa que me assusta é a dificuldade que tenho em expressar verbalmente o que sinto, o tempo que levo a construir um texto bem articulado e inteligível. Tenho mais vontade de contribuir do que aquilo que acredito ser capaz. Confio que entendam mais aquilo que quero dizer do que aquilo que ficar registado em palavras e espero ser pragmático e assertivo em todas esperanças que partilhar.
Eu não sou digno de entrar nesta morada, mas o Zé escreve e diz palavras que me salvam.
Para quem não sabe, "N" é de Nicolau, tenho 27 anos, estudo arquitectura no Porto e sou católico.
Até já!

11.1.06

Castidade



Nenhuma urgência é hoje tão definitiva como reaprender o Amor.
Reaprender a tocar sem ferir,
saber de novo os abraços que não prendem e o olhar que não mancha.

O nosso corpo anseia por espaços de repouso,
onde a luz e o silêncio nos ensinem o seu ritmo,
onde a poesia e a arte nos segredem, serenamente, a beleza.

Nada é tão urgente como a Liberdade
Nada é tão urgente como o Amor.

Lisboa, Dezembro de 05

nota: obrigado a todos os que aqui continuam a passar apesar de uma tão grande ausência.
ao ritmo a que isto anda não posso garantir emissões regulares.
mas não vou desistir deste blog!